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A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

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A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Hades em Sex Out 30, 2015 9:12 pm


A Safe Place




Quão mais angustioso  poderia ser os dias de Aimée? Após perder seu adorado irmão, padastro e mãe em  trágicos acidentes, ainda teria de lidar com a sua nova identidade. Seu encontro com Luntre, o sátiro júnior, fora um extremo desastre. Uma longa história para contar aos seus futuros amigos e irmãos de sua nova morada. Mesmo que ainda não saiba seu pai divino, anseia por encontrar um lugar onde pudesse ficar sem se preocupar com sua segurança que, naquele ponto, era a única que lhe importava.

Aimée e Luntre aguardavam pelo ônibus que os levaria até Flórida, onde embarcariam em um navio de carga até Portugal. A viagem seria extremamente longa e desconfortável, pois não tinham condições de desembolsarem algo muito melhor. Luntre mastigava sua latinha de metal cantarolando alguma melodia qualquer enquanto aguardavam pelo ônibus, era possível ver a tensão pregada em seu corpo, no de ambos. E se aquele monstro os encontrarem novamente? Já haviam levado tanto tempo para despistá-los, a vida de semideus não era fácil nem de longe, isso poderíamos afirmar. Mesmo com uma espada ao lado de seu corpo, Aimée não se sentia segura, pelo menos não por enquanto.


Observações:
- Você tem o prazo de 72 horas para postar;
- Somente aceito posts com no mínimo 20 linhas;
- Nada de presentes de reclamação, pois ainda não foi reclamada e nem sabe quem é seu pai divino. Poderes também não são permitidos por enquanto. Você possui uma espada de bronze comum, nada mais que isso.
- Tente dar o máximo de si, nunca se esqueça de ler suas narrações para que não haja erros.
- Boa sorte! ou não


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Re: A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Aimée S. McLorence em Dom Nov 01, 2015 1:14 am



On towards a safe place
Dificulties


Aimée sentou-se no asfalto, com o rosto sujo e machucado apoiado nas mãos. O suor fazia com que seu cabelo grudasse em seu rosto pouco bronzeado. Estava cansada de ser perseguida e de correr dos monstros que a caçavam. Os últimos dois dias foram os piores de sua vida, perdera o padrasto, que amava como pai, a mãe e o irmãozinho, todos praticamente no mesmo dia. Sentada na beira da estrada, esperando o ônibus que a levaria para a Flórida, a morena sentia-se cada vez mais exausta. Luntre, o sátiro, dissera que a levaria a um lugar seguro. Ela estava com medo, cansa e tensa, não aguentava mais tudo aquilo.

A todo o momento a jovem garota olhava para a estrada e para o céu, a procura do ônibus e/ou de monstros que pudessem aparecer. Sempre com a mão no punho de sua espada, Aimée começou a ficar sempre alerta para todo o tipo de coisa, desde o homem maltrapilho que vendia amuletos ao garoto dentro do carro que passava a encarando. As lágrimas transbordavam de seus olhos azuis e molhavam a areia da estrada. A morena não podia mais se dar ao luxo de entrar em pânico, e ela sabia disso, mas estava triste e exausta. Olhou para o céu O que vocês querem de mim?! pensou, exasperada.

Aimée respirou fundo e se levantou, olhando para Luntre, com as mãos na cintura. – Então é isso, vamos esperar o ônibus pra Flórida e depois vamos para Portugal? – pergunta ao sátiro Júnior. Ou esperamos que um monstro nos ataque de novo. pensou, encarando-o, enquanto o mesmo só assentiu. A morena de olhos azuis reprimiu a frustração e a vontade de gritar enquanto andava de um lado para o outro, sem sair muito do raio de onde estava antes, inquieta e impaciente. Prendeu seus longos cabelos castanhos em um rabo de cavalo com um elástico, olhando para a estrada novamente. Olhou para a estrada, esperando que algo acontecesse, ou não esperando que algo acontecesse.

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Re: A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Hades em Qua Nov 04, 2015 1:29 pm


A Safe Place




A garota aparentava estar estressada em demasia com toda a situação, mas a culpa não era de Luntre. O que ele poderia fazer? A situação era algo inevitável, não podiam pagar por uma passagem aérea, isso já fora discutido horas atrás.


- Sim... Tem alguma ideia melhor? - Questionou-a o sátiro, dando mais algumas mordidas em sua latinha ao observar a morena.


Momentos depois um velho ônibus de viagem parou na frente deles, diversos passageiros desceram para seu destino, assim como o motorista. A entrada dos demais fora liberada, Luntre e Aimée adentraram ao ônibus que nem de longe parecia muito bom. Diferentes cheiros fortes de mofo misturado com naftalina permanência no automóvel, os assentos eram gastos e cheios de rasgos cobertor por um fino pano encardido.  


- Acho melhor nem dar uma olhada naquele banheiro. - Murmurou Luntre para si, sentando-se no assento mais próximo a janela.


Uma senhora de certa idade esbarrou-se em Aimée, deixando todos os pertences de ambas caírem por todo o pequeno espaço do ônibus, com murmúrios nervosos a senhora puxou a jovem ao chão, solicitando ajuda para organizar todos os pertences. Aimée observava a velha que aparentava estar inquieta, suas mãos trêmulas pegavam os objetos com rapidez, seus olhos fitavam a garota e Luntre sem nem mesmo disfarçar. Havia algo de errado?

Observações:
- A senhora em questão é um monstro, você pode escolher questionar Luntre e armar alguma armadilha para matá-la ou ignorar por hora, mas terá de enfrentá-la mais tarde. Quero criatividade e coerência, não voe muito longe em suas decisões.
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Re: A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Aimée S. McLorence em Sab Nov 07, 2015 11:42 pm



On towards a safe place
Dificulties


A garota respirou fundo quando o ônibus chegou. Finalmente pensou, esperando que as pessoas saíssem do ônibus para que ela pudesse entrar. Aimée segurou a mochila a frente de seu corpo, abraçando-a, a bombinha de asma estava no bolso lateral da bolsa para o caso de precisar – e  ela tinha certeza de que ia precisar, devido ao cheiro forte e incômodo daquele ônibus. Olhou para as poltronas de aspecto velho e gasto e sentiu um medo incômodo em sua espinha, irracional, de cair. Ela fez uma careta ao imaginar a cena – o banheiro daquele ônibus – quando ouviu o murmúrio de Luntre.

Uma mulher – idosa – esbarrou na menina e as coisas caíram, de ambas. A menina sentiu-se ser puxada para baixo, ouvindo os murmúrios da senhora, e a ajudou a guardar as coisas desta. Desculpou-se rapidamente com a mulher – mesmo sabendo que aquela trombada não fora culpa sua – e percebeu que as mãos da mulher estavam trêmulas, como se estivesse nervosa por alguma coisa e, uma vez que encontrou seu olhar, percebeu que a senhora não desviava o olhar de Aimée ou de seu acompanhante. Um sorriso amarelo apareceu nos lábios ressecados da garota. – Com licença. – disse a garota, num tom educado, rápida e nervosamente levantando-se e sentando-se ao lado de Luntre.

– Ou aquela mulher tem alguma coisa contra pessoas com mochilas com bombinhas no bolso lateral, ou ela tem algum problema sério com a gente – sussurrou baixinho, ainda olhando para a mulher que a encarava sem disfarçar. O sátiro júnior assentiu, atento a mulher que os encarava. Aimée mordeu o lábio – Por favor, diga-me que ela não é um monstro. – disse, em um quase choramingo, em um tom ainda mais baixo. Quando Luntre assentiu, a menina fez uma careta. Por que eu não podia ser normal? Por quê? perguntou-se, em seus pensamentos. Soltou uma baforada rápida de ar e fechou os olhos – O que vamos fazer? – perguntou, olhando para seu acompanhante.

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Re: A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Hades em Sex Nov 13, 2015 3:45 pm


A Safe Place




Luntre olhou para trás mais uma vez, percebendo que a senhora havia sumido. Onde poderia estar? O desespero tomou conta de ambos, continuavam a observar os locais mais prováveis que a criatura poderia estar, mas não havia nenhum sinal dela. Já havia se passado pouco mais de uma hora de viagem, a senhora ainda não havia voltado para seu assento. A paisagem que antes era tomada pelo típico movimento urbano, agora tomava totalmente a vista de áreas rurais. Talvez eles ficassem bem por toda a viagem, talvez o monstro tenha fugido para longe. Estariam salvos do perigo por hora?

- Temos de ficar tranquilos, tudo irá ficar bem, vamos nos proteger. - Murmurava Luntre mais para si mesmo.

Neste momento houve um grande estrondo, o ônibus desvencilhou-se da pista, fazendo os passageiros gritarem de susto. Seguravam-se no item firme mais próximo, na tentativa de permanecer no assento já que não havia cintos de segurança. Ambas rodas traseiras haviam sido estouradas, em pleno desespero o motorista tentando retomar o controle do automóvel. Mas fora tarde demais, o ônibus capotou para um dos lagos. Os passageiros feridos e desorientados tentavam passar pelas janelas quebradas antes que se afogassem. Mesmo em meio ao desespero tentavam se ajudar ao máximo.

A indefinida e Luntre foram puxados para fora d'água por um desconhecido, mas ao invés de deixarem-nos próximo a margem do lago, foram levados entre as árvores que os cercavam. Ao tentarem chamar ajuda, levaram uma pancada na cabeça, desacordando-os.

[...]

Luntre batia seu casco contra a lateral da perna de Aimée, tentando acordá-la. Pingos de sangue caiam no imundo chão, havia um pequeno corte na cabeça da jovem. Ambos estavam presos dentro de uma jaula de madeira, um tanto frágil já que Luntre havia quebrado uma parte para que pudessem fugir, mas não faria isso sem a garota.

- Droga! Acorde, Aimée. - Sussurrava Luntre, enquanto tentava retirar a corda que prendia suas mãos. - Estamos ferrados.

Observações:
- Pois bem, vocês foram sequestrados como se pode notar, estão em um galpão abandonado. E é claro que há monstros neste lugar. Pode dizer em seu post que andou procurando pelos seus pertences junto de Luntre, como também procurou por uma saída. Use sua criatividade para as situações que enfrentou, lembre-se que está machucada e perderá HP por isso.
- Como pode perceber no spoiler abaixo, Luntre também pode lhe ajudar caso se envolva em alguma batalha. Você mesma irá narrar os ataques dele, mas não afirme as ações de ambos.
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- Somente aceito posts com no mínimo 20 linhas;
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- Boa sorte! ou não
Observações:
Aimée: 96/100 HP ~ 100/100 MP
Luntre: 98/100 HP ~ 100/100 MP


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Re: A Safe Place - Missão de Escolta para Aimée S. McLorence

Mensagem por Aimée S. McLorence em Seg Nov 16, 2015 5:03 pm



On towards a safe place
Dificulties


Aimée estava presa. Abraçada ao irmão mais novo, dentro do armário apertado. Seu irmão chorava baixo e a menina fazia carinho nos cabelos loiros platinados do menino. – Vai ficar tudo bem. Shiu... – sussurrava a garota para o mais novo, que a apertava num forte abraço. Ainda podiam ouvir a voz rascante daquela coisa que matara sua mãe dali, caçando-a, mas seu pai daria um jeito nela, tinha certeza que daria. Não havia nada em que o ex-fuzileiro norte-americano não desse um jeito.

Os soluços de seu irmão ficaram mais altos, a imagem do corpo e cabelos dourados de sua mãe cobertos pelo sangue e seus olhos azuis vidrados e sem vida perturbavam-nos. O andar debaixo da casa estava completamente destruído pela coisa que a queria, e queria somente a ela, viera por causa dela. Um soluço pouco alto escapou-lhe os lábios, enquanto lágrimas quentes molhavam os cabelos do garoto. Não sabia quanto tempo ficaram ali, escondidos e quietos, ouvindo o som rascante e enlouquecido da criatura que perseguia Aimée, até que pararam. Ouviram o pai chamando por código morse, o código que usavam para fazer surpresas a sua mãe, dizendo que estava tudo limpo. O menino mais novo a olhou, com os olhos vermelhos, e a morena respirou fundo antes de assentir de vagar, quando a mensagem se repetiu.

Aimée abriu a porta do armário de vagar, vendo seu quarto incólume. As e pilastras de madeira ainda estavam de pé, diferente do resto da casa. A morena abriu uma pequena fresta da porta para ver se o corredor para a escada estava livre, e então ouviu a mensagem novamente. Seu coração batia forte no peito, enquanto sentia a mão ser apertada pelo irmão mais novo com força. Ela saiu de seu quarto, ouvindo o chão de madeira ranger sob os pés de seu irmão. Parou abruptamente de andar e pegou-o no colo. Mesmo que um tanto pesado, ela ainda o aguentava, o suficiente para descer as escadas. Novamente a mensagem e cada vez mais urgente. O coração de Aimée batia cada vez mais forte.

Chegou ao topo da escada e o pai deles apareceu nos primeiros degraus, olhando-os. Jack – irmão mais novo da garota – agarrara-se a ela como um macaco. – Vamos, ela vai acordar a qualquer momento. – disse o homem, com certa urgência, chamando-os com as mãos enquanto abria a porta da frente e saía em direção ao carro. Aimée deixou o garoto no banco de trás do carro, prendendo-o com o cinto e correu para o banco da frente, enquanto o pai acelerava com o Del Rey antigo.


[...]


O carro saíra da estrada e caíra no mar. A água fazia pressão para quebrar os vidros e Aimée tentava manter a calma enquanto Jack chorava no banco de trás. Logan, seu pai, estava desmaiado e o sangue começava a pingar de sua cabeça, na água que entrava por todos os cantos. A garota tirou o próprio cinto e foi para trás, tentando fazer o mesmo com o irmão. – Calma, vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem. – dizia, tentando transmitir confiança, mas nem ela mesma conseguia fazê-lo. – Só... Só prenda a respiração. – falou, quando a água atingiu o seu pescoço. Então a água quebrou o vidro da porta de trás, e a morena assentiu para o irmão enquanto a água subia num ritmo rápido demais. – Agora, prenda a respiração Jack! – gritou, quando sua cabeça ainda estava sobre a água. O garoto fez o que ela mandou, prendeu a respiração e ambos saíram do carro naufragado.


[...]

Aimée acordou soltando a respiração que prendera no sonho, com os olhos arregalados e o coração acelerado. Luntre a olhou, assustado e aliviado ao mesmo tempo. – Finalmente, Bela Adormecida. Vamos, me ajude. – falou, indicando as cordas prendendo seus pulsos a suas costas. Ainda com a respiração acelerada, a garota sentiu seus próprios pulsos atados e viu-se presa numa jaula de madeira. – Onde estamos? – perguntou, procurando por algo a sua volta que pudesse ajuda-los a tirar aquelas cordas atadas com força. – Quem diabos deu esses nós? – perguntou fazendo uma careta de dor. – Au! – reclamou, sentindo a dor na cabeça. – Não é hora de reclamar, Aimée, temos que sair daqui! – exclamou o sátiro, fazendo força nas cordas que o prendiam. A garota respirou fundo, rolando os olhos e ignorando a dor na frente de sua cabeça.

Procurando por algo afiado o bastante para desfiar as cordas, achou um prego solto no chão e respirou fundo Vai ter que ser isso pensou, pegando desajeitadamente o prego com a mão e começando a roçá-lo nas cordas com força o suficiente para desfiá-las até corta-las. Olhou para Luntre, já com as mãos livres e botou a mão na cabeça dolorida, sentindo o sangue escorrer por sua testa. Arregalou os olhos. – Agora me ajuda. – disse o sátiro, estendendo as mãos o máximo que podia para a garota, que engoli o seco e fez o mesmo com as cordas que atavam os pulsos de seu acompanhante, até cortá-las. – Aimée, preste atenção, pegaram todas as nossas coisas precisamos sair daqui. – falou Luntre com mais calma agora, esfregando os pulsos enquanto Aimée tateava o pequeno corte em sua cabeça, em silêncio. O sátiro a puxou pelo braço, sob os protestos da mesma, e ambos saíram da jaula a procura de seus pertences.  

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