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Missão de Escolta para Jack O' Sullivan

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Missão de Escolta para Jack O' Sullivan

Mensagem por Hades em Ter Nov 10, 2015 2:23 pm


Escolta




Após batalhar com seu primeiro monstro, uma dracaenae, Jack ainda mantinha o seu bom humor. O que ele achou ao descobrir que seu pai na verdade era o deus Hermes? Qual fora sua reação ao descobrir que havia um mundo completamente diferente ao que conhecia? O que sentia ao saber que deixaria todos os seus amados parentes para trás? Não era possível perceber quaisquer vestígio de tristeza em seu olhar, apenas o sorriso travesso de uma legítima prole de Hermes.

Ao lado de Jack estava o sátiro Hurch, ex-membro do Conselho dos Anciãos de Casco Fendido, o encontro de ambos fora um desastre catastrófico. Hurch estava explorando os destroços do que um dia fora o Acampamento Meio-Sangue, procurando por seus artefatos mais valiosos. Sua busca tinha sido mais do que satisfatória, além de alguns de seus itens, levaria de bônus um novo campista.

A viagem até Grécia seria longa, afinal teriam de ir para outro continente. O Acampamento Contracorrente seria a nova moradia de Jack, estaria ele feliz com isso?



Observações:
- Você tem o prazo de 72 horas para postar;

- Somente aceito posts com no mínimo 20 linhas;

- Jack possui uma simples espada de bronze, nada mais que isso. O uso de poderes está liberado;

- Neste primeiro post é opcional a narração do momento de reclamação. Obrigatório o encontro entre Jack e o sátiro que o levará até o Acampamento, a finalização da batalha entre a dracaenae e por último a chegada ao aeroporto tendo como destino França;

- Tente dar o máximo de si, nunca se esqueça de ler suas narrações para que não haja erros;

- Boa sorte! ou não


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Re: Missão de Escolta para Jack O' Sullivan

Mensagem por Jack O' Sullivan em Ter Nov 17, 2015 4:58 pm


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Jack O' Sullivan

O sol ardia Jack conforme ele se carregava ao estreito de Long Island. Sua testa já estava úmida e a panturrilha era sentida a cada passo, porém, nada disso deixava o garoto desgostoso com o percurso. Na verdade, ele gostava. Pensar nisso lembrou-o da ilustre frase “O caminho é mais importante que o destino”.

Jack havia sido deixado de ônibus a algumas milhas atrás. Deixou-se guiar pelos instintos para o lugar onde buscava acampar – ou era o que parecia. Carregava consigo alguns suprimentos, mudas de roupa e água – não deixando de lado o iPod, que utilizava a todo momento.

Seguia à margem da rodovia. Não havia muito movimento por aquele canto, talvez por fazer parte de um raro local calmo da grande ilha de Manhattan ou qualquer outro motivo que o Universo proporcionara. Logo que visualizou algumas placas, resolveu adentrar a floresta que estava ao lado.

A caminhada pela mata fora tranquila, mesmo o terreno relativamente acidentado, Jack não se sentia incomodado. É notável o senso aventureiro do garoto – não se incomodava com o sol na cara, o terreno ruim na sola, mas algo que lhe chegou ao olfato arrebatou o desgosto do rapaz.

Seguindo o cheiro, aproximava-se de uma série de entulhos. Madeira, pedaços de metal em formato de placas e todo o tipo de armas, árvores queimadas ou destruídas de alguma forma aparentemente inexplicável para o rapaz.  

Um grande portal erguia-se a sua frente: uma das únicas coisas ali ainda de pé “Acampamento Meio-Sangue”. Sem hesitar, atravessou-o.

A atmosfera ao redor de Jack se transformou como se o próprio ambiente tivesse mudado. Assim que passou pelo portal, percebeu um caminho logo à frente que também estava danificado. Porém, nesse ambiente a destruição era mais vista. O caminho obliterado era mais visível e os rastros de uma guerra pairavam sobre o acampamento.

O local trazia ao garoto uma mescla de sentimentos de pesar, conforto e confusão. Ele sem dúvida gostava daquele lugar, mas sua destruição lhe tirava tal conforto. A confusão era consequência.  

Seguindo o caminho encontrado não tardou para que enfim avistasse toda a vastidão do campo. Plantações, casas de praia, prédios com a função desconhecida – todos estavam ali como fantasmas numa mansão. O silêncio era quebrado apenas pelas ondas ao fundo.

Apesar de animado, a razão para estar naquele local se tornou turva, borrada. Seus instintos diziam algo diferente, mas o que ele via era...

Um estranho sibilar quebrou sua atenção ao ambiente. O som continuava, seguido de um pesado rastejar e galhos e folhas secas quebrando.

A dinâmica da calmaria em meio ao caos mudou completamente de um segundo para o outro. Ao se manter alerta por causa do som salvou-se do primeiro avanço daquilo que ele mesmo só entenderia no próximo ato.

Ao notar o vulto deslizando em sua direção, sequer teve tempo de pensar – desviou com um salto para sua diagonal para tropeçar e quase cair em mais alguns pedaços de metal.

Forçando-se a ter uma postura mais rígida, observou então seu atacante.

- Ora, ora. Pensava que todos vocês já tinham saído daqui. – Indagou a voz feminina.

A dona da voz era uma criatura fantástica. Ainda que tivesse sonhos mirabolantes, nenhum tinha construído em sua mente tal figura. Os sibilares não haviam partido de um animal e sim da mulher. Uma que possuía uma longa calda de serpente ao invés das pernas vestia uma espécie de couraça por cima do tórax e portava duas espadas de um material marrom quase rubro.

Jack não entendera a afirmação de sua nova adversária e a própria o olhava com um olhar diferenciado, quase de entendimento.

- Quem é você? – O garoto questionou. E, em resposta, o ser avançou.

Percebendo o peso de sua bagagem, Jack esticou os braços para trás ao passo que se livrou dos itens e obteve liberdade para girar pela sua direita enquanto as lâminas trespassavam a mochila ao meio. Ele até poderia ter se importado com o que havia dentro dela, mas preferia ver o lado positivo de ainda estar vivo.

A criatura praguejou em qualquer tipo de língua que falava e continuou a sequência de seus ataques insaciáveis contra o garoto. Jack era resiliente. Mantinha os desvios e foco mesmo sem saber o que realmente estava acontecendo ali.

Até que dado momento a mulher serpente aproximou-se demais. Não havia espaço para desferir qualquer tipo de golpe: Jack viu sua chance.

Em um movimento quase de desespero abraçou um dos braços da criatura enquanto se balançava e projetava o corpo de maneira que pudesse desferir chutes contra o outro braço. O resultado foi o suficiente.

A mulher-serpente se debatia contra o Jack que por sua vez soltou-a assim que viu uma das armas dela sendo jogadas para um espaço o qual ele alcançava.

Preciso, esticou-se ao punho da arma. Sentiu o item pesado em sua mão, não tinha costume nem prática. Mas a questão ali era a sobrevivência.

Quando se fez forte novamente a adversária avançou mais uma vez. Jack obteve postura. Enquanto um desferia o golpe cortando o ar por cima o outro quase raspava o chão para retirar o ataque de sua frente.

As lâminas que antes eram unilaterais se chocaram – faíscas bem fracas podiam ser vistas no primeiro toque. Desacostumado, a lâmina de Jack fora empurrada levemente para baixo, mas ele buscou segurar a arma com ambas as mãos, ganhando assim mais confiança.

Afastaram-se, atacaram-se. A dança rugiu em mais tilintares e poucas faíscas. A mulher se mantinha estável, já Jack suava feito um porco. Estava cansado e o pior que isso: hesitante.

A criatura já havia criado ferimentos no garoto. Cortes de raspão que por três centímetros não dilaceravam membros ao meio podiam ser vistos por braços e pernas. Até então a mulher cobra tinha cometido apenas um erro.

O segundo seguinte foi vislumbrado por Jack. O erro dela poderia ser seu triunfo: ele avançaria como ela avançou, mas preparado para a falta de espaço. Era o único jeito, o último gás que possuía.

Assim que a mulher avançou, o garoto desviou de sua lâmina e aproximou-se friamente de seu corpo. Seu braço se mantinha esticado para trás, a lâmina em posição para estocagem.

Quando a ponta de metal penetrou, nem a proteção de couro a impedia. Jack não acreditava no que estava fazendo: lutara, lutara. Sobrevivera, mas a que preço? Estaria matando aquela criatura – apesar dos ataques desferidos por ela.

Quando mais da metade da lâmina já trespassara do corpo da criatura e seu último suspiro fora inspirado, toda a forma da criatura se desfez em um pó dourado.

Desentendido, Jack caiu de joelhos sobre o pó. Não estava em choque, mas cansado e confuso. Tocava o pó e o pegava com o punho. Estava pasmo e ao mesmo tempo inconformado.

- Quem é você? O que está fazendo aqui? – Uma voz grave despontou de algum lugar do cenário. Jack saltou e mesmo sentindo a leveza da voz, empunhava com rigidez a arma.

Observou o senhor barbado. “Ninguém é humano por aqui?”, se perguntou, entendendo a ironia da situação.

- Você não tem nenhuma característica de monstro. E eu sinto seu cheiro. Você é um semideus, não é? – Jack percebia ali o que estava acontecendo. Encontrara seu motivo para estar ali. – Por que está aqui, afinal?

Logo se apresentou, respondendo as perguntas que recebia.

- Meu nome é Jack O’ Sullivan. E eu estou em busca do lugar para qual fui designado a ir. Sim, eu sou um semideus. – E dizia tais palavras com orgulho e vontade. O orgulho que escondera na caminhada, a vontade que despontava da aventura que sua vida se transformara. Após as apresentações, Jack então explicou.

No dia de seu aniversário recebera um pacote. Nele, anotações e instruções informavam a verdadeira natureza do garoto Sullivan, a realidade do mundo dos monstros, deuses e semideuses. Seu pai, então, era um deus grego. É claro, de início tudo parecia uma grande brincadeira. Até sua mãe confirmar. Seu pai biológico nunca esteve presente e, na verdade, Jack achava que ele fora morto no onze de setembro. Sua mãe então contara a história: o falecido do atentado terrorista teria sido seu pai adotivo e não o biológico.

E dada informação, o caduceu surgia sobre sua cabeça, brilhando e girando.

O garoto não hesitou para ir até o acampamento indicado nas instruções – só não sabia que ele já estava destruído. E então foi o momento de Hurch, o sátiro, explicar o que tinha se passado nos últimos meses por ali.

Com o fim da tarde avançando, após explicações, apresentações e até uma nova camaradagem que surgira ali, Hurch conformou o jovem e lhe deu a primeira lição: os monstros não morriam de verdade. Assim, não querendo que mais monstros fossem atraídos pelo “cheiro” dos dois, Hurch buscou se apressar para sair do acampamento.

Atravessaram então um longo percurso por meio do taxi das irmãs cinzentas (o que realmente deixou o garoto desconfortável). Com a chegada ao aeroporto, Hurch demonstrou o modo com que os semideuses eram transportados. A “Demigod Airlines” o levavam então... Para a França!

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