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[MVP] Evelin Olsen e Brianna A. Griezzman

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[MVP] Evelin Olsen e Brianna A. Griezzman

Mensagem por Circe em Ter Jan 12, 2016 10:07 pm


CHALLENGE


Havia sido um dia ensolarado na Cidade Contracorrente, sem nenhum problema aparente ou ameaça que causasse preocupações nas fronteiras da tão amada cidade.

Já tarde da noite, as garotas se encontravam sozinhas, sem mais nenhum instrutor ou semideus que as acompanhassem na Arena. Se mantinham distantes, cada uma concentrada no que faziam individualmente, sem prestar atenção em nada que havia em seu redor, mal notando a presença alheia.

O som da serpente logo se tornou notável, fazendo com que as duas semideusas fossem até o centro da Arena, finalmente se encontrando. Ambas procuravam a fonte do som tão intimidador, que logo fora complementado com um rosnado ameaçador. Um cão, Ortros, rodeou as duas lentamente, exibindo as duas fileiras de dentes extremamente afiados, enquanto a serpente que tomava o local de sua cauda rastejava e tentava alcançar as semideusas incansáveis vezes.


Status:

Evelin:

HP: 180/180
MP: 180/180

Brianna:

HP: 130/130
MP: 130/130

Ortros:

HP: 200/200

Observações:

—  O monstro que deverão enfrentar é Ortros, o qual era um cão bicéfalo da mitologia grega. Considerado o cão de guarda mais feroz da antiguidade, sua cauda era uma serpente.
— Posts com no mínimo 10 linhas cada, sem template.
— A ordem de postagem é Evelin — Brianna — Narrador.
— Armas e poderes em spoiler no final de cada post.
— Comecem este primeiro post com uma introdução sobre o dia de vocês, um pouco do treino e só então notem a presença do monstro e comecem a luta. Não quero nada imediato, nada sem detalhes.
— Não narrem as ações alheias e não confirmem seus ataques/defesas, apenas eu poderei fazer isso.




Circe
Equality is not a concept. It's not something we should be striving for. It's a necessity. Equality is like gravity. We need it to stand on this earth as men and women, and the misogyny that is in every culture is not a true part of the human condition. It is life out of balance, and that imbalance is sucking something out of the soul of every man and woman who's confronted with it. We need equality. Kinda now.
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Re: [MVP] Evelin Olsen e Brianna A. Griezzman

Mensagem por Evelin Olsen em Qua Jan 13, 2016 10:39 am


Cãozinho Feio.


Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.


Sentia-se uma prisioneira em dias como aquele, o sol brilhava intensamente e ah, como ela odeia isso. Por sorte acordou quando já estava no final da tarde. É, ela tinha essa pequena mania: trocar o dia pela noite. Olhou para o relógio, marcava 15:27, ainda tinha ao menos quase três horas para passar dentro daquela quarto. Por sorte havia um cômodo para cada um dos guardiões, uma vez que não eram muitos. Pegou o CD The Wall do Pink Floyd e colocou do aparelho de som, ligando-o. Colou na música que queria ouvir, Hey You, e então abriu a gaveta, retirando da mesma um caderno de capa verde, a superfície era meio áspera, havia uma fita vermelha que o mantinha fechado. Abriu-o com delicadeza, folheando-o até chegar à primeira página que não estava preenchida. Retirou a pena de seu suporte e molhou-a no tinteiro.

Começou, então, a mergulhar no maravilhoso mundo das palavras, o poema fluía como se ela tivesse sido programada para escrevê-lo. Aquela era a sua paixão, a escrita. E foi nesse universo particular, que mergulhou até o anoitecer. Quando percebeu já era tarde, bem tarde, para ser sincera, já havia passado da hora de ir para a arena, começar os treinos daquele dia, ou melhor, noite.

Pegou sua pistola, pois nunca saia de casa sem ela, afinal, era uma meio sangue e, devido a isso, sempre corria perigo. Além disso, colocou o broche preso ao pequeno bolso de sua camisa social branca, que estava em contraste com a calça e tênis pretos. Para completar, envolveu-se com a capa que havia ganhado no Natal, para o caso de algo acontecer. Visto que estava pronta, deixou a casa em silêncio e rumou para a arena, onde resolveu treinar com uma espada. Porém não era muito boa com tal arma, havia se acostumado com as de longa distância, todavia, sabia que naquele mundo divino, para sobreviver era preciso dominar mais do que um tipo de arma.


-- X --


Até quando irás negar? Não poderás fugir por muito tempo, criança, não de você. Sabes disso, não sabes? Além da voz, agora Ele tinha forma, o formato de um homem de cabelos azuis, pele cinza e olhos vermelhos, mais ou menos da mesma altura que ela. Por que eu fiquei intrigada para ver essa criatura, Zeus? Se perguntava a jovem, que tentava ignorar aquela presença particular. Não, não era um fantasma. Como sabia? Os filhos de Melínoe não eram capaz de ver aquele que ela via. Em alguns momentos, chegava a achar que Ele era a personificação da sua alma, porém ao pensar bem descartava a ideia. O fato era que tinha que aceitar a sua doença, era uma esquizofrênica, tal como Robert. Soltou um leve suspiro. - Sai daqui. Hoje não é um bom dia para você aparecer. - Havia fúria em sua voz, tal como autoridade. Todavia, já era tarde, ele já estava ali. Ela, por sua vez, apenas abaixou a cabeça e balançou-a negativamente por três vezes, para tentar voltar a sua atenção para o mundo real.

O dia não havia sido agradável para ela, uma vez que odiava claridade e, consequentemente, dias ensolarados. Por isso deixara para sair a noite, pois sempre apresenta uma temperatura mais amena, mesmo que esteja quente, e não tem a “benção” de Apolo iluminando tudo. No lugar, o céu era tomado pelas estrelas menores e a grandiosa lua, tão bela e tranquilizante, bem, ao menos para a semideusa de Morfeu que, após ter passado uma parte do tempo no submundo, passou a admirar ainda mais a beleza da noite e também das sombras. Você não deveria fazer isso. Não deverias estar aqui. Irá acabar despertando o seu demônio. Eles ainda estão acordados. Cuidado. Alguém pode descobrir.

A raiva começava a tomar o corpo da jovem. Queria avançar sobre o corpo Dele, porém sabia que não adiantaria, pois Ele não existia. Os olhos começaram a piscar de forma acelerada e repetitiva. Não. Não é verdade. Eu sei controlar, sei controlar o meu corpo. Eu sei. Não é verdade. Não é. Foi quando um som lhe fez despertar. Havia esbarrado em um autômato. O som metálico era intenso em seus ouvidos. Parou por alguns segundos. O suor escorria por todo o corpo. Já estava na arena fazia algum tempo. Quanto tempo? Isso era indeterminado, afinal a forma como sentimos o tempo, nem sempre condiz com o passar real do mesmo.

Jogou a espada no chão e colocou o robô no lugar. Precisava de um treino que lhe fizesse esquecer tudo que estava ao seu redor, descontar toda a sua raiva. Aproximou-se de um boneco de tecido e, aos poucos, começou a realizar socos e chutes do mesmo. Isso não vai adiantar. A vontade está ai. Você quer. Isso não vai mudar. Ele de fato tinha razão, a vontade estava dentro dela, a vontade de pegar todas as suas armas e começar a exterminar, um por um, daquele lugar e, então, escapar daquela prisão. Porém precisava tentar ignorar, parecer o mais normal possível dentro daquele lugar. Ainda não era a hora de se rebelar. Ainda era cedo demais.

- Sai daqui! Já disse. - Sussurrou. Voltando a realizar os movimentos.Direita… Esquerda… Direita… Esquerda… De cima para baixo… Direita... O corpo obedecia o pensamento. Os braços, aos poucos, realizavam os movimentos de forma límpida e natural. As mãos, por consequência das ações, doíam, ardiam. Direita, direita, esquerda, esquerda. Dessa vez quem trabalhavam eram as pernas. O foco estava completamente voltado para o corpo, para movimentos mais rápidos e precisos. Havia conseguido esquecer, ao menos por algum tempo, de sua verdadeira natureza, do local onde estava, da raiva que sentia, do momento que ainda lhe assombrava. Era apenas ela e o boneco, nada mais importava, ou melhor, existia naquele momento.

Foi quando um som gelou o seu coração. Era como se o sibilar de uma serpente estivesse por todo lugar.Está chegando a hora. - Ele lhe lançou um olhar intenso, fez-se sorrir de uma forma assustadora e, ao mesmo tempo, aconchegante e, então, sumiu. Foi embora. Simplesmente desapareceu. Olhou o ambiente ao seu redor, e nada, porém estava distante, encontrava-se nas mais profundas sombras da arena. Porém era necessário conferir, não queria morrer sem nem ao menos saber para que, ou seria quem? Não importa.

Ticou o broche e fechou os olhos por um segundo, sentiu suas roupas sendo revestidas pela armadura de sua senhora. Retirou, de sua cintura, a pistola que ali fora posta. Tentou enxergar de longe qualquer forma de vida, porém nem mesmo com sua boa visão noturna isso fora possível, o que já era previsível, uma vez que se encontrava distante da parte mais movimentada da arena, que era o seu centro. Soltou um longo suspiro e, então, com passos firmes e delicados, sempre atenta aos detalhes ao seu redor, seguiu rumo ao núcleo daquele ambiente, que até então achava estar deserto.

Conseguia ouvir a sua respiração, tamanha era a preocupação. Aquele som lhe dava calafrios, causava arrepios.

O primeiro ser que foi avistado tinha silhueta humana, era uma mulher, mais velha do que Evelin, isso era uma certeza, porém era a única até ficar frente a frente com ela. Assim que a avistou, preparou a arma para atirar, porém aquele som não parecia estar sendo produzido por ela. Os cabelos longos e escuros, óculos e olhar um pouco frio, semelhantes aos da caçula. Não sabia quem era, porém conseguia notar que tal, assim como a própria, viera para ali pra saber a origem daquele som. Foi quando um segundo começou, dessa vez era um rosnado, por um segundo, se sentiu em perigo. Porém aquela não era a hora, o momento era de cautela, tinha que ser esperta afinal, a vida não era uma novela.

Foi quando tudo, de forma muito rápida, aconteceu avistou a figura do cão. Não sabia que tipo ele era, não apresentava muitos conhecimentos mitológicos. Apresentava duas cabeças, e não era nada bonito. Tinha que agir rápido, e assim procurou fazer. Só espero que essa garota não me atrapalhe. Tentava usar a visão noturna para saber onde a serpente se encontrava e, caso estivesse muito próxima, faria o possível para realizar um tiro na mesma. Caso percebesse que daria tempo, ou então após esse primeiro movimento, faria o possível para tentar convocar uma nuvem, por meio da habilidade passiva Levitação dos Sonhos para que lhe erguesse cinco metros acima do chão, uma vez que imaginava que o rabo daquele cão feio não apresentava tal tamanho, ao menos era uma suposição.

Em meio a isso, tentaria conjurar uma névoa mágica, por meio da habilidade passiva Névoa I , para tentar atrapalhar a visão ou, até mesmo, a orientação, de seu oponente, para que, dessa forma, ela pudesse ganhar tempo e, quem sabe, dar espaço para que a outra garota atacasse. Em seguida, se desse tudo certo, ativaria a habilidade da capa de ficar invisível, ou melhor, se disfarçar da paisagem para que ficasse mais difícil a sua detecção, mesmo sabendo que as serpentes enxergam o calor. Ah é, a cauda da criatura era uma serpente.

Em meio a levitação, caso a ação desse certo, a jovem miraria para atirar primeiramente no “rabo”. Sua ideia era realizar uma ação de três tiros iniciais: dois deles na serpente e um no olho que estivesse em melhor posição para a sua pontaria. E, caso a criatura viesse novamente a abrir a boca, tentaria acertar um tiro dentro da mesma. A frieza em sua postura era notável, a semideusa não apresentava medo, era como se essa sensação não existisse mais. Deixe-me assumir. Será mais belo. Farei uma ótima ópera, digno de uma rainha do sonho. Ele estava de volta. E despertou um leve sorriso nos lábios da jovem.

Caso fosse atingida, procuraria aproveitar a proximidade para não errar os tiros, encostando, ou melhor fazendo de tudo para conseguir encostar o cano da pistola na cauda e então atirar um, duas, três, quatro vezes. E se nesse meio tempo o cão lhe atacasse com as patas ou os dentes, tentaria mudar a direção da arma, para atirar no membro que viesse ao seu encontro.


Armas e Itens Levados:

Pistola de Pesadelos – Uma pistola negra que dispara projeteis feitos de uma energia negra. Esses projeteis causam em seu alvo tontura e cria em sua mente os piores pesadelos dele.

Rosas vermelhas: um broche em forma de um botão de rosa. Ao ser acionado pelo semideus se transforma em uma armadura resistente.

- Capa dos Disfarces: Uma capa negra aparentemente normal. Todavia, ao envolver o corpo da semideusa e ao comando desta, a capa se tornará invisível, disfarçando-a de qualquer paisagem onde seu corpo esteja presente.

Poderes Passivos:
Névoa I – O filho do deus dos Sonhos pode manipular névoa mágica, mas inicialmente, só poderá conjurá-la, sem poder controlar muito bem o que acontece nela.

Levitação dos Sonhos – Os filhos do deus dos sonhos poderão convocar uma nuvem que os erguerá, entretanto, seu efeito ainda é fraco, e só levanta até 5 metros acima do chão.

Regeneração das Sombras – Guardiões de Perséfone podem se recuperar na escuridão, essa cura depende do tempo que ficam nas sombras, mas varia de 0 à 10HP por turno.

Noturno – Guardiões de Perséfone enxergam perfeitamente na escuridão, pelo simples fato de sua mestra ser por seis meses a Rainha do submundo.

Beleza Natural – Como sua Protetora, os Guardiões serão tão belos quanto a mais bela das orquídeas.
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Dados do Personagem
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Re: [MVP] Evelin Olsen e Brianna A. Griezzman

Mensagem por Brianna A. Griezzman em Qua Jan 13, 2016 9:11 pm





Fight... Kill... Survive.

As madrugadas para ela eram momentos para se refletir na vida. Ali estava a garota, acompanhada de outra menina menor enfrentando um cão de duas cabeças com cauda de cobra. "Os Deuses são tão desprezíveis." - Dizia a voz em sua cabeça. Com certeza, era a sua mente.

--- Horas antes----

-O que eu posso fazer aqui?- Falava consigo mesma, procurando um sentindo para aquilo que não existia. Afinal, que menina cuja vida fora maculada por pura maldade e mortes, ficaria falando com ela mesma? - Acho que irei na cozinha. - Ela sussurrou, saindo de seu quarto trajando um short jeans curto, uma camiseta escura e uma jaqueta de couro do mesmo tom que o da camiseta. Era a roupa preferida de Brianna, para todas e quaisquer ocasião. Descera as escadas e pegou uma pequena garrafa de coca cola. Pensou em deixar um pouco para Gwen, a sua namorada na qual passava quase todo o tempo livre.

Bebeu um longo gole do líquido escuro e gasoso. Aquilo fez cócegas no céu de sua boca e ardeu levemente a sua garganta. O chalé estava vazio, silencioso desde que Arthur saiu em missão com a sua noiva. O tédio tomava conta, e o desejo de matar alguma coisa veio junto.

Subiu correndo para pegar o que iria precisar. Olhou para Hella, a Cubone que ganhara, e balançou a cabeça ao vê-la dormir. Não iria acordá-la, afinal não tinha motivos para isso. Os céus estavam cor de crepúsculo quando saiu para treinar. Sem sombras de dúvidas, aquele horário seria melhor para exercitar-se.

Quando chegou a Arena, avistou uma garotinha pequena do outro lado. Ignorou a sua existência, afinal não ligava pra nada. Parou em frente a alguns bonecos de madeira e outros de sacos com palha. Seus braços giravam, iam em diagonais da esquerda para a direita. Suas pernas saltavam, movimentava-se graciosamente. Seu tempo foi passando e quando ela notou, já era tarde da noite. Já pensando em ir embora, ouviu um sibilar familiar. Não sabia da existência de cobras na arena. Quando pensou em ignorar novamente, o sibilar se tornou mais forte, juntamente com um leve rosnar.

Seus olhos voltaram-se para a direção do som. Ao seu lado, a garota aparecia. Ela era pequena e aparentava ser uma criança, mas algo chamava a atenção da filha de Thanatos. Eram seus olhos. Aquele olhar de quem sofrera, de quem sofria ainda por dentro. A menina estava armada, e fez Brianna sorrir.

------- Agora -----

Brianna estava ali, focando o olhar no monstro que vos cercara. Sem tomar conhecimento da sua possível parceira, e com a certeza de que poderia ser atrapalhada, a francesa usou o efeito de sua capa, ficando invisível. Se movendo para não ficar marcada no posicionamento, a filha de Thanatos ergueria a mão destra e alguns corvos surgiriam nos céus e iriam de encontro ao cão. Após isso, a semideusa ficaria invisível e se movimentaria novamente para não ser percebida. Caso desse certo os corvos, Brianna tentaria criar braços invisíveis de sua escápula para agarrar a serpente e usaria a foice para decepá-la. Se fosse atacada, a francesa se abaixaria e criaria dois clones para se camuflar e confundir o monstro.


Armas e poderes utilizados.:
Foice da Tortura: Uma foice de madeira com videiras mortas subindo sobre o bastão. No topo a lâmina curva é negra e possui pequenos fios negros que balanção ao vento, como cabelos de pessoas mortas. Seu fio de corte quando entra em contato com a pele do oponente causa dores insuportáveis ao ponto dele desejar a morte.

Capa sombria: Uma capa feita de um pedaço da manta da morte, ela permite o semideus ficar completamente invisível para qualquer ser.

Poderes passivos:

Nível 1

Presença Sombria I – Sua presença em qualquer lugar causa pânico aos residentes, o clima fica sombrio até mesmo de dia.

Desalmados – Não possuem sentimentos. Então não sofrem de ataques relacionados aos sentimentos como amor, medo, ódio, tristeza e etc.

Nível 2

Cérebro desenvolvido – Seu cérebro é mais desenvolvido do que dos humanos comuns. Sua memória é um pouco melhor e consegue lembrar de mais detalhes.

Mestre das foices – São mestres com armas de lâminas, com ênfase em foices.

Nível 3

Pele fria – Sua pele é fria e relembra a morte, pode ser tão fria que seu toque sobre alguns objetos criam-se cristais de gelo.

Super equilíbrio – Possui a capacidade de ter um equilíbrio corporal sobre-humano, podendo se equilibrar em pequenas superfícies ou andar normalmente em superfícies super escorregadias.


Poderes ativos:

Nível 2

Multclones das sombras – Fará surgir ao seu redor à triplicação de sua sombra, isto é, três seres iguais a você feito de pura sombra. [-30MP]

Nível 3

Corvos – Um total de 80 corvos feitos de energia negra voaram pelo local, seus olhos são vermelhos como sangue coagulado. Os seres alados voaram na direção de seu oponente e usaram de seus bicos para devorar a carne mole: Olhos, língua, ouvido e algumas outras partes.[-20MP]

Vetor – Da escápula do semideus brota dois tentáculos invisíveis como braços os mesmos chegam a três metros de distância e com eles você pode socar, puxar, pegar e etc. [-20MP]

valeu @ carol!



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110/110  (110/110)

Brianna A. Griezzman
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Re: [MVP] Evelin Olsen e Brianna A. Griezzman

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